Sobre chuva e oportunidades que aparecem disfarçadas de problemas

Aqui em Angola a maioria das casas não tem água encanada, é preciso comprar água e um caminhão vem entregar. Na minha casa é assim também. Ontem, depois de um dia de muito calor, fui tomar banho e percebi que a água tinha acabado. Normalmente, isso me irritaria muito, mas aí pensei que semana que … Continue reading Sobre chuva e oportunidades que aparecem disfarçadas de problemas

Sair da zona de conforto? OK. Mas o que isso quer dizer?

Um conselho comum que circula nas redes sociais hoje em dia é “saia da sua zona de conforto”. Dizem que é fora da sua zona de conforto que você aprende, que você amadurece, que você vive, que você é feliz, que seus sonhos se realizam, etc. Eu geralmente concordo quando vejo isso sem refletir muito … Continue reading Sair da zona de conforto? OK. Mas o que isso quer dizer?

De Economia e Culinária

É mais confortável pensar que cada um tem parâmetros diferentes pra medir o que considera bom. (...) No entanto, se me lembro bem, o conceito de preferência adaptativa era justamente pra criticar tanta subjetividade e relativismo na determinação do bem-estar. Recorrer a esse lado subjetivo é um jeito fácil de evitar lidar com desigualdades. Como saber se o funghi é a preferência deles mesmo ou é a simples aceitação da falta de opções?

Se a vida é um livro, quem não viaja só lê uma página

Gosto de uma frase que diz que, se a vida é um livro, quem não viaja só lê uma página. Acho que com essa metáfora talvez eu tivesse conseguido me explicar pro meu amigo mais facilmente. Quando você está lendo, se a história está muito boa, você não continua relendo a mesma página pra sempre. Pelo contrário, você está sempre ansioso para ver o que vem depois.

Zerar o vídeo game ou brincar de massinha?

A verdade é que, quando eu era criança, eu era péssima em vídeo game. Nunca consegui passar na segunda fase do Mario Bross no Super Nintendo. Mas, naquela época, depois de morrer umas vezes eu podia parar de jogar e ir brincar de massinha na sacada – e era o que eu fazia. Dessa vez, tem o Atlântico entre o vídeo game e a massinha, então acho que é melhor eu aprender a jogar...

E começa a página de Angola…

Pra concluir, esses primeiros dias não têm sido muito fácil. Faltam alguns dos confortos de casa. Tem os pernilongos, a internet que não funciona direito, a energia que cai por horas, a comida que não fica pronta se eu não cozinhar. Mas esse almoço me fez ter a certeza de que, para se sentir bem, a gente precisa é de amigos, de pessoas com quem compartilhar o dia-a-dia, muito mais do que dessas comodidades.